terça-feira, 3 de agosto de 2010

Primeira Análise Histórica do Coisismo e dos seus Textos Coisais

De seguida se procede à transcrição da primeira análise histórica feita ao coisimo, segundo o seu mui fiel seguidor Flávio Santos:

"Infinite in simplicity is the gift of the Thing
We seek it thus in simple deeds
Ripples form on the water's surface
The wandering seeker knows no rest"

Annals of Thingism Vol. I - The Crusade of the Devotees for the Ultimate Reality of the Thing


Neste caso, podemos ver quão rica e antiga a tradição lírica do Coisismo é, e que este se baseia na simplicidade e indivisibilidade do Coiso e a sua natureza enquanto essência e natureza última de todas as coisas que existem.

A Crusada pelo Coiso, iniciada no Século X por alguns neófitos especialmente devotos (vulgo, fanáticos) tomou a forma de uma peregrinação pelos locais mais coisos da Terra, em busca da derradeira simplicidade coisal que imbui todo o Universo com o sopro da existência.

A Irmandade do Coiso é a primeira seita registada cuja missão é também a busca pelo Profeta ou Escriba-mor. Este foi encontrado em Santo Amaro de Oeiras, através de uma breve revelação que incluiu uma fugaz visão do princípio unificador do Universo e que exigirá uma exegese profunda no sentido de compilar toda a informação recebida nesse instante.

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