Versículo 6º e 3/4:
O coiso é, sempre foi e sempre será o centro do universo e de todas as coisas por ele criadas.
O universo poderá, ou não , expandir-se infinitamente. Tudo depende da vontade do coiso. No entanto, seja qual for a distância percorrida pelo universo durante a sua expansão, toda a matéria criada está, esteve e sempre estará à mesma distância do centro, o coiso.
O coiso não se afasta, portanto, nem nunca se afastará da matéria da qual é origem. E a matéria, a luz e os seres intricados manterão para sempre a mesma distãncia do coiso.
Versículo 8º, se não me engano, oh bolas, saltei um, espero que ninguém note:
A luz do coiso não é visível a olho nu. A luz do coiso, que emana, portanto, do centro do universo, é apenas vista a olho vestido, de preferência com roupas do séxulo XIX.
Versículo 21º, eu depois volto aos outros, se me apetecer:
A voz do coiso emana de todos nós. É mais facilmente audível em salas grandes, brancas e luminosas, com paredes acolchoadas. Esses serão, então, os templos dos profetas do coiso. Esse é, na verdade, o sítio para o qual toda a humanidade camiinha a passos largos e decisivos.
Versículo 22º:
O coiso é indivisível, excepto na ceia de Natal. Quem ficar com a fava do coiso, deverá pagar o próximo.